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domingo, 7 de outubro de 2012

Música minimalista


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Nas últimas três décadas o termo minimalismo foi usado para eventualmente se referir à produção musical que reúne as seguintes características: repetição frequentemente de pequenos trechos, com pequenas variações através de grandes períodos de tempo ou estaticidade na forma de tons executados durante um longo tempo; ritmos quase hipnóticos. É frequentemente associada (e inseparável) da composição na música eletrônica.
Esta conexão é provavelmente uma das razões que fazem com que compositores chamados minimalistas não se sintam à vontade com o termo. Philip Glass (talvez o mais popular compositor entre aqueles chamados minimalistas), cujo grupo inicialmente apresentou-se em galerias de arte nas quais seus amigos (artistas minimalistas) expunham, chegou a dizer que "Aquela palavra [minimalismo] deveria ser extinta" (That word should be stamped out!).
Além de Philip Glass, Steve Reich, Arvo Part, John Coolidge Adams são os mais famosos compositores minimalistas.

Índice

História

A música minimalista é um género originário dos Estados Unidos da América e que se cataloga como experimental ou downtown. Terá origens na década de 1960 e é baseada na harmonia consonante, em pulsações constantes, no estático ou nas lentas transformações, muitas vezes na reiteração das frases musicais em pequenas unidades como figuras, motivos e células. Este movimento começou como movimento underground nos espaços alternativos de San Francisco e logo se fez ouvir nos ambientes dos lofts de Nova Iorque. O minimalismo musical expandiu-se até ser o estilo mais popular da música experimental do século XX. Inicialmente chegou a envolver dezenas de compositores, apesar de que só quatro deles terão alcançado relevância - Terry Riley, Steve Reich, Philip Glass, e, com menos visibilidade mas muita originalidade, La Monte Young. Na Europa os seus maiores exponentes são Louis Andriessen, Karel Goeyvaerts, Michael Nyman, Stefano Ianne, Gavin Bryars, Steve Martland, Henryk Górecki, Arvo Pärt, Wim Mertens e John Tavener.
A palavra "minimalista" foi empregue pela primeira vez em 1968 relativamente à obra de Michael Nyman numa crítica sobre a sua peça Cornelius Cardew, do álbum The Great Digest. Nyman posteriormente alargou a sua definição de minimalismo na música no seu livro de 1974 Experimental Music: Cage and Beyond. Tom Johnson, um dos poucos que se autoreconhece como minimalista no campo da música, reclama ser um dos poucos compositores que a usar esta categoria ao analisar The Village Voice.

Referências


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Bibliografía

  • Bernard, Jonathan W. 1993. "The Minimalist Aesthetic in the Plastic Arts and in Music". Perspectives of New Music 31, no. 1 (Winter): 86–132.
  • Bernard, Jonathan W. 2003. "Minimalism, Postminimalism, and the Resurgence of Tonality in Recent American Music". American Music 21, no. 1 (Spring): 112–33.
  • Cope, David (1997). Techniques of the Contemporary Composer, p. 216. New York, New York: Schirmer Books. ISBN 0028647378.
  • Fink, Robert (2005). Repeating Ourselves: American Minimal Music as Cultural Practice. Berkeley: University of California Press. ISBN 0520240367. ISBN 0520245504.
  • Gann, Kyle (1997). American Music in the Twentieth Century. Schirmer. ISBN 002864655X.
  • Gann, Kyle (1987). "Let X = X: Minimalism vs. Serialism." Village Voice (24 February): 76.
  • Gann, Kyle (2006). Music Downtown: Writings from the Village Voice. University of California Press. ISBN 0520229827.
  • Gotte, Ulli (2000). Minimal Music: Geschichte, Asthetik, Umfeld. Taschenbucher zur Musikwissenschaft, 138. Wilhelmshaven: Noetzel. ISBN 3795907772.
  • Johnson, Timothy A. 1994. "Minimalism: Aesthetic, Style, or Technique? " Musical Quarterly 78, no. 4 (Winter): 742–73.
  • Johnson, Tom (1989). The Voice of New Music: New York City 1972-1982 – A Collection of Articles Originally Published by the Village Voice. Eindhoven, Netherlands: Het Apollohuis. ISBN 90-71638-09-X.
  • Linke, Ulrich (1997). Minimal Music: Dimensionen eines Begriffs. Folkwang-Texte Bd. 13. Essen, Germany: Die blaue Eule. ISBN 3892068119.
  • Lovisa, Fabian R. (1996). Minimal-music: Entwicklung, Komponisten, Werke. Darmstadt, Germany: Wissenschaftliche Buchgesellschaft.
  • MacDonald, Ian. (2003) "The People's Music". Pimlico Publishing, London. UK ISBN 1844130932.
  • Mertens, Wim. 1983. American Minimal Music: La Monte Young, Terry Riley, Steve Reich, Philip Glass. Translated by J. Hautekiet; preface by Michael Nyman. London: Kahn & Averill; New York: Alexander Broude. (Translation of Amerikaanse repetitieve muziek.) ISBN 0900707763
  • Nyman, Michael, Experimental Music: Cage and Beyond, 1974, Studio Vista ISBN 0289701821; reprinted 1999 by Cambridge University Press. ISBN 0521653835.
  • Potter, Keith (2000). Four Musical Minimalists: La Monte Young, Terry Riley, Steve Reich, Philip Glass. Music in the Twentieth Century series. Cambridge, UK; New York: Cambridge University Press. ISBN 052148250X.
  • Schwarz, K. Robert (1996). Minimalists. 20th Century Composers series. London: Phaidon. ISBN 0714833819.
  • Strickland, Edward (2000). Minimalism: Origins. Bloomington: Indiana University Press. Corrected and somewhat revised version of the original 1993 hardback edition. ISBN 0253213886.
  • Sweeney-Turner, Steve (1995). "Weariness and Slackening in the Miserably Proliferating Field of Posts." Musical Times 136, no. 1833 (Nov.): 599–601.

Leituras especializadas

  • Mertens, Wim (1980/1983/1988). American Minimal Music, trans. J. Hautekiet. ISBN 0-912483-15-6. "Still stands as the single extended culture-critical treatment of American minimalism" (Fink 2005, p. 5).
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Minimalismo - MENOS É MAIS


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Creation of Adam (Michelangelo) Detail.jpg
A palavra minimalismo se refere a uma série de movimentos artísticos, culturais e científicos que percorreram diversos momentos do século XX e preocuparam-se em fazer uso de poucos elementos fundamentais como base de expressão. Os movimentos minimalistas tiveram grande influência nas artes visuais, no design, na música e na própria tecnologia. O termo pode ser usado para descrever as peças de Samuel Beckett, os filmes de Robert Bresson, os contos de Raymond Carver, os projetos automobilísticos de Colin Chapman e até mesmo a linha teórica adotada pela gramática gerativa desde o fim do século XX.

Índice

Minimalismo nas artes plásticas

O minimalismo nas artes plásticas surge após o ápice do expressionismo abstrato nos Estados Unidos, movimento esse que marcou a mudança do eixo artístico mundial da Europa para os Estados Unidos. Contrapondo-se a esse movimento, o minimalismo procurava através da redução formal e da produção de objetos em série, que se transmitisse ao observador uma percepção fenomenológica nova do ambiente onde se inseriam. Exemplo desse projeto estaria nas obras de Dan Flavin, que através de tubos luminosos modifica o ambiente da galeria.
O caráter geométrico demonstra forte influência construtivista, e a limpeza formal influência de Brancusi, mas o intuito dos artistas minimalistas difere radicalmente de ambos os casos. Primeiramente por negar a arte cartesiana européia, para esse viés fenomenólogo que assume, depois por quebrar as barreiras até então presentes entre pintura e escultura.

Influências

(Influências: Construtivismo Russo, Vanguarda russa, Modernismo)
Primeiramente a decomposição e recomposição formal em que os maiores contribuintes foram provavelmente os construtivistas russos e o escultor Constantin Brâncuşi.
Os construtivistas, através da experimentação formal, procuravam uma linguagem universal da arte, passível de ser absorvida por toda a humanidade.
Durante a primeira fase da Revolução Russa, este novo projeto de arte foi considerado matéria de Estado: a criação de uma sociedade de vanguarda dependeria de uma cultura de vanguarda. Este projeto também pode ter ido de encontro às necessidades de rápida industrialização do país. O trabalho de Brâncuşi envolvia muito mais a busca de uma pureza da forma e abria caminho para as várias abstrações que estariam por vir, como o minimalismo.
Neste primeiro momento também se inserem os movimentos abstratos (especialmente o geométrico) de uma maneira geral.

Minimalismo como movimento (década de 1960)


Escultura de Donald Judd em Münster, Alemanha
O minimalismo propriamente dito surgiu de artistas como Sol LeWitt, Frank Stella, Donald Judd e Robert Smithson. Muitos outros artistas contribuíram de maneira importante ao movimento, entretanto, estes parecem exemplificá-lo em suas diversas áreas.
A produção destes artistas, em geral, tendia a ultrapassar os conceitos tradicionais sobre a necessidade do suporte: procuravam estudar as possibilidades estéticas de composição não através de pinturas ou esculturas, mas a partir de estruturas bi ou tridimensionais que podem ser chamadas de "objetos" (ou ainda, "não-objetos", dada a sua inutilidade) e eventualmente de instalações. Desta forma, não se submetiam à limitação que se fazia entre o campo da pintura e o campo da escultura, indo além destes conceitos.
Também notáveis são os pós-minimalistas, incluindo Martin Puryear, Tyrone Mirchell, Melvin Edwards e Joel Shapiro. O ponto chave do pós-minimalismo são as freqüentes referências distintas aos objetos sem representação direta. Isto tem se tornado uma linha predominante na escultura moderna.

Design Minimalista

Mesmo com certas divergências, o design minimalista, surgido na década de 80, pode ser tido como uma reação aos movimentos pós-modernos no design, como os grupos Memphis e Alchymia. Contrapondo-se à grande variação cromática, formal e simbólica presente nos objetos projetados por ambos os grupos, o design minimalista acaba por criar produtos baseados numa redução formal extremamente forte e no uso de cores neutras (ou mesmo ausência de cores).
No entanto, ao tratar o projeto apenas como antítese ao design pós-moderno, muitos designers minimalistas acabaram por abrir mão de aspectos, por exemplo, ergonômicos em prol da redução visual do produto. Podemos verificar tais características, por exemplo, nos projetos do também artista Donald Judd, ou primeiros trabalhos de Philippe Starck, do grupo Zeus, Shiro Kuramata, John Pawson, etc.
E aqui pode-se encontrar um ponto que o coloca como diametralmente oposto ao design funcionalista, e aproximando-o daqueles a que inicialmente havia se contraposto: a maior preocupação formal do que projetual traz o design minimalista para o grupo do design pós-moderno na medida em que abre mão de ideais ditos modernos para uma adequação ao gosto individual, como o que fizeram Memphis e Alchymia. Ao contrário do movimento Funcionalista alemão, que procurava a partir do bom projeto levar à maior parte das pessoas clareza cognitiva e ergonômica nos produtos, o design minimalista acabou focado em uma parcela da população, chamada de Yuppies, ou novos ricos, que a partir do despojamento formal de seus objetos, pretendiam expor sua riqueza.

Música minimalista

Na música clássica das últimas três décadas o termo minimalismo foi usado para eventualmente se referir à produção musical que reúne as seguintes características: repetição (frequentemente de pequenos trechos, com pequenas variações através de grandes períodos de tempo) ou estaticidade (na forma de tons executados durante um longo tempo); ritmos quase hipnóticos. É frequentemente associada (e inseparável) da composição na música eletrônica,música psicodélica ou até mesmo no punk rock.
É preciso notar que o que é chamado de movimento minimalista na música tem uma pequena (às vezes ocasional) relação com o mesmo movimento nas artes plásticas. Esta conexão é provavelmente uma das razões que fazem com que compositores chamados minimalistas não se sintam à vontade com o termo. Philip Glass (talvez o mais popular compositor entre aqueles chamados minimalistas), cujo grupo inicialmente apresentou-se em galerias de arte nas quais seus amigos (artistas minimalistas) expunham, chegou a dizer que "Aquela palavra [minimalismo] deveria ser extinta" (That word should be stamped out!). Além de Glass, Steve Reich, Arvo Part, Yann Tiersen, John Coolidge Adams e Wim Mertens são os mais famosos compositores minimalistas.

Literatura minimalista

A literatura minimalista é caracterizada pela economia de palavras. Os autores minimalistas evitam advérbios e preferem sugerir contextos a ditar significados. Espera-se dos leitores uma participação ativa na criação da história, pois eles devem “escolher um lado” baseados em dicas e insinuações, ao invés de representações diretas. Os personagens de histórias minimalistas tendem a ser banais, comuns, inexpressivas, nunca famosos detetives ou ricos fabulosos. Geralmente, as histórias são pedaços da vida.
A raiz da literatura minimalista americana é o trabalho de Ernest Hemingway, e um dos melhores exemplos desse estilo é o seu "Hills Like White Elephants". Como Hemingway nunca descreve a entonação que a personagem assume quando fala, o leitor é forçado a interpretá-la baseado na resposta. Além disso, apesar da paisagem ser parte integrante de uma história, ela nunca é explicitada no minimalismo.
O nome mais associado a literatura minimalista, entretanto, é o do norte-americano Raymond Carver. Em contos de pouquíssimas linhas o autor procura captar a vida através de ângulos e personagens simples, inesperadamente transformados em figuras e fatos insólitos, misteriosos, mentirosos.
No Brasil tem crescido muito a produção de minicontos (ou microcontos), gênero associado ao minimalismo. Nesse sentido a obra Ah, é?, publicada por Dalton Trevisan em 1994, é considerada obra-prima do estilo minimalista.
Em 2004 o escritor Marcelino Freire resolve radicalizar e lança o livro Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século, em que convida cem autores para escrever histórias de até 50 letras (sem contar título e pontuação). No ano seguinte, a Editora Casa Verde leva a idéia para o Rio Grande do Sul, lança o Contos de Bolso, e desta obra surge o que talvez seja o menor conto já produzido em Língua Portuguesa, de Luís Dill: Aventura Nasceu.
Ainda com referência a esse estado, o "Estórias Curtas", programa de cerca de 20 minutos exibido pela RBS TV, é outro bom exemplo de minimalismo incorporado a filmes de curta-metragem.

Minimalismo na Linguística

Movido, principalmente, por questões ligadas à evolução da linguagem na espécie humana, Noam Chomsky lança, em 1995, um programa de pesquisa em linguística chamado Programa Minimalista. Essa versão da gramática gerativa chomskyana tem como fundamento o uso de um mínimo de ferramentas teóricas para explicar a formação (i.e. geração) de sentenças gramaticais nas línguas naturais. Dispensa-se, no minimalismo linguístico, todo elemento gramatical, lexical ou teórico que não seja indispensável para a geração de sentenças. A versão mais extrema do minimalismo na sintaxe postula que existam apenas itens lexicais e funcionais (sintáticos) e uma operação recursiva que conecta essas elementos formando frases maiores. Essa operação é conhecida como MERGE. Para explicar os fenômenos de deslocamento (como o movimento de palavras-QU como "quem", "quando", etc. para o início das sentenças em interrogativas), é necessário assumir também uma operação que produz uma cópia dos itens lexicais disponíveis. Essa operação se chama COPY. Idealmente, MERGE e COPY deveriam ser as únicas operações sintáticas disponíveis ao sistema computacional que gera as sentenças usadas por nós humanos. Somente assim, poder-se-ia explicar o surgimento da linguagem nos antepassados do homo-sapiens, sem que se evoque a intervenção divina.

Ver também

Referências

Ligações externas

Bibliográficas

  • BATCHELOR, David; Minimalismo; São Paulo: Editora Cosac e Naify, 1991. ISBN 85-86374-28-8
  • ARGAN, Giulio Carlo; Arte moderna; São Paulo: Companhia das Letras, 1992. ISBN 85-7164-251-6
  • MARZONA, Daniel; Minimal Art; Taschen, 2005.
  • BERTONI, Franco; Minimalist Design; Switzerland: Birkhäuser, 2004.
  • BATTCOCK, Gregory; Minimal Art: A Critical Anthology; California: University of California Press, 1995.
  • LUCIE-SMITH,Edward; Os Movimentos Artísticos a Partir de 1945; São Paulo: Editora Martins Fontes, 2006. ISBN: 8533623127
  • CHOMSKY, Noan; The Minimalist Program. MIT Press, 1995.
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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Aposentada decora casa com tampas de garrafas




Por Daniel Accioly 0 comentário(s)
Criatividade e sustentabilidade caminham lado a lado. Prova disso é a iniciativa de uma senhora russa que vive em região isolada, próxima à Sibéria. Olga Kostina, aposentada que mora no vilarejo de Kamarchaga, resolveu juntar tampas de garrafas por anos seguidos para decorar as paredes de sua casa.

Cada tampinha foi colocada cuidadosamente, formando os mais divesros desenhos com formas geométricas e animais selvagens da região. Os painéis possuem influência do macramé, uma técnica têxtil que utiliza nós em vez de entremear os fios. Foram usadas 30 mil tampas de garrafas. O resultado é impressionante.


Olga não pretende parar por aí. Sua casa chamou a atenção de vizinhos e agora a aposentada pretende cobrir outras casas com sua arte, deixando o seu vilarejo mais lindo e sustentável.

* Com informações de TreeHugger Brasil e Yahoo Canadá
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sábado, 29 de setembro de 2012

Cinco ideias para reaproveitar camisas velhas



Cinco ideias para reaproveitar camisas velhas

Por Fernanda Paixao 1 comentário(s)
Quem acumula roupas sem uso por muito tempo no armário, sabe: é difícil saber o que fazer com aquela pilha de camisas, às vezes em um estado que não dá nem mesmo para repassá-las a outra pessoa. E para quem sabe que reciclagem e reaproveitamento são importantes, tampouco as jogaria fora. Mas boas ideias vieram acabar com o dilema. Aqui vão cinco dicas divulgadas pela Eco D, que acompanham tutoriais para fazer confecções de acessórios tão atraentes e bem pensados que vão fazer você correr para o armário atrás de roupas velhas e partir para a criação!

  1. Pulseiras
Essa aqui é dois em um. Se você tem pulseiras velhas ou um tanto danificadas que sirvam de armação para uma nova pulseira, essa dica é valiosa! Junte sua pulseira inutilizada com sua camisa abandonada e dê vida a um objeto completamente novo e original. O processo é simples e o resultado, encantador. Saiba como fazer no site Family Chic.
2. Colar
Camisas também rendem bons e estilosos colares. Com apenas tesoura e uma régua, você só terá maior trabalho em escolher estampas e cores para que os colares combinem com suas roupas. Também é muito fácil de fazer. Aprenda como no Whole Living.

3. Colete

A confecção do colete não exige mais que um par de tesouras e não precisa de costura. Esta é a prova de que sua camisa velha ainda pode ser vestida – e com grande efeito. Interessado em dar esse toque a mais no visual e aproveitar aquela camisa que gosta tanto da estampa? Confira no Wobisobi.

4. Saia

Mais uma forma de continuar vestindo sua roupa velha de que tanto gostava: transformá-la em uma saia. E praticamente nenhuma parte de sua querida camisa será desperdiçada: até as mangas servirão para fazer bolsos. O passo a passo para fazer está no Out of Order.

5. Cachecol

Ótima dica para o inverno. Cortando a camisa em retângulos e juntando os pedaços com a ajuda de uma máquina de costura, você terá um belo cachecol para aquecer no inverno e inovar o estilo. O incrível trabalho é apresentado pelo Wienerdog Tricks.

domingo, 23 de setembro de 2012

Vasos para o jardim feitos com pneus


Marcadores:
Postado por Mari às 21:04
Oi gente do blog!
Para quem acha que um jardim só é feito com vasos comprados aí está uma idéia reciclada maravilhosa que prova o contrário... Vasos feitos com pneus velhos!
Pneus pintados com cores vibrantes sobrepostos de maneiras variadas dão um toque especial a estes jardins...



Achei alguns aqui e outros na net.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Construções mais sustentáveis: venda os entulhos pela internet



Construções mais sustentáveis: venda os entulhos pela internet

Por Fernanda Paixao 1 comentário(s)
Já pensou em aproveitar o entulho de sua obra de forma sustentável e rentável?  A empresa Sobra da Obra desenvolveu um projeto que lida exatamente com essa questão, destinando restos de obras a outras pessoas que podem precisar deles.

A troca de materiais é feita através do site da empresa, onde é possível cadastrar o objeto a ser vendido e também comprar por um preço mais acessível o que falta para completar sua obra. A ideia é bastante válida para quem acabou se deparando com a sobra de materiais de construção no final das contas. No portal, existem os mais variados tipos de sobras, desde pisos de granito a válvula para gás.
Além de tudo isso, o site ainda dá dicas de como comprar cimento, ajuda o internauta a calcular quanto lixo produz e sugere diversas formas de realizar uma obra mais sustentável. Para quem anda preocupado com o impacto que causa no meio ambiente, pode se surpreender com a diferença que pode fazer até mesmo durante uma construção!
* Com informações de Superinteressante

sábado, 15 de setembro de 2012

ESTILO ALIEN DE SER

H. R. Giger

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H. R. Giger
Hans Ruedi Giger (IPA: [ˈɡi ɡɚ]) (Chur, 5 de Fevereiro de 1940) é um artista plástico suíço com obras no campo da pintura, escultura, design de comunicação e de interiores e cinema. Ligado a corrente do surrealismo e da arte fantástica, H.R. Giger (como é conhecido no mundo da Arte) cedo se destacou pela sua técnica extrema na utilização do aerógrafo em detrimento do pincel, e, pela sua temática trabalhada nos limites de horror e do erotismo.
Com a utilização da aerografia - técnica muito utilizada pelos pintores hiper-realistas norte-americanos -, conduziu a arte do fantástico para um patamar técnico superior, criando cenários e ambientes "ultra-realistas" incomuns, quase palpáveis. Destas obras destacam-se "masterpieces" como "Birthmachine" de 1967 e "The Spell I" de 1973, entre outras.
Sempre inovador, viria posteriormente a desenvolver inúmeras obras em 3D e mesmo novos processos plásticos, como a utilização de fotocopiadoras xerox como método de obter novos grafismos.
Giger é autor de um dos mais conhecidos cenários e "monstros" da história do cinema, o Alien, cujo primeiro filme, da saga - no qual trabalhou -, lhe proporcionou um Óscar para Melhores Efeitos Especiais. É dos autores mais copiados e plagiados da Arte Contemporânea.

Ligações externas

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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Sistema permite cultivo de vegetais em espaço pequeno




Por Daniel Accioly 0 comentário(s)
A produção de alimentos em áreas urbanas está se tornando cada vez mais rara. Dentre os fatores que dificultam a atividade, destaca-se a estrutura urbana, que não propicia a prática de forma eficiente. Uma solução é a criação de sistemas de cultivo em espaços fechados, que contam com área reduzida.

Pensando nisso, os designers alemães Charlotte Dieckmann e Nils Ferber criaram o Parasite Farm, que consiste em um sistema de cultivo para hortaliças ideal para espaços diminutos e com ausência de luz natural. O sistema conta com uma composteira que possui uma tábua de corte em sua parte superior, facilitando o despejo dos restos de alimentos em seu interior. A composteira fornece o húmus produzido por minhocas e os líquidos residuais dos alimentos, ambos ricos fertilizantes para plantas.


Os canteiros onde serão cultivados os vegetais ficam acoplados às prateleiras. A iluminação artificial é projetada diretamente na produção. O sistema é eficiente e seu design permite  que sua instalação mantenha o ambiente confortável e bonito.


+ Com informações de TreeHugger Brasil
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