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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Música gospel


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Gospel
Exemplificação da música gospel: A Bíblia, que é a palavra de Deus para os cristãos e um CD que representa a música em geral.
Origens estilísticas Hinos cristãos, Espiritual negro
Contexto cultural Início do século XX: Estados Unidos
Instrumentos típicos Vocais, órgão Hammond, Piano, guitarra, bateria e baixo
Popularidade Internacional
Formas derivadas Rhythm and Blues, Doo Wop, Soul Music
Subgêneros
Urban contemporary gospel, Southern gospel
Gêneros de fusão
Christian country music
Música gospel (do inglês gospel; em português, "evangelho")1 ou música evangélica é um gênero musical composto e produzido para expressar a crença, individual ou comunitária, cristã.
Como outros gêneros de música cristã, a criação, a performance, a influência e até mesmo a definição de música gospel varia de acordo com a cultura e o contexto social. A música gospel é escrita e executada por muitos motivos, desde o prazer estético, com motivo religioso ou cerimonial, ou como um produto de entretenimento para o mercado comercial. No entanto, um tema de música gospel é louvor, adoração ou graças a Deus, Cristo ou o Espírito Santo.

Etimologia da palavra gospel

Em inglês, "gospel", derivada do inglês antigo "God-spell" que significa good tidings, ou good news, em português, "boas novas," aludindo ao Evangelho bíblico que nos narra as "boas novas ao mundo" — ou seja, a vinda de Cristo ao Mundo —, pelos livros dos Evangelhos Canônicos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Uma tradução literária da palavra grega, euangelion para o Inglês eu- "good", -angelion "message", que significa em Português, boa mensagem". Originalmente, no grego Clássico, angelion referia-se a gorjeta que se dava ao mensageiro que entregava uma (eu = boa) mensagem ("o antigo correio"), mas já dos anos de Cristo a palavra se cunhou no significado de "mensagem". A palavra grega, euangelion é também a fonte do termo "evangelista". Os autores dos Evangelhos Canônicos Cristão são conhecidos como os evangelistas. Geralmente, nos Estados Unidos, o termo gospel é uma referência a trabalhos do gênero de literatura cristã antiga.2
Antes do primeiro evangelho ser escrito (Marcos, c65-70 dC),3 Paulo, o Apóstolo, usou o termo euangelion quando ele lembrou ao povo da Igreja de Corinto: …o evangelho que vos anunciei … (I Coríntios 15:1).4 Paulo asseverou que eles estavam sendo salvos pelo Evangelho, e ele caracterizou nos termos mais simples, enfatizando a aparição de Cristo após a Sua Ressurreição (15:3-8).4
O uso extensivo mais cedo de "euangelion" (gospel) para indicar um gênero específico de escrever datas ao Século II: o bispo Justino Mártir, por volta do ano 155 dC, em "1 Apologia LXVI," escreveu:
"… os Apóstolos, nas suas memórias escritas por eles, a qual são chamada de Evangelhos."5
Na Introdução ao Velho Testamento de Henry Barclay Swete, páginas 4566 -457,7 diz:
"Euangelion no LXX ocorre somente no plural, e talvez somente no sentido clássico de uma recompensa pelas boas notícias" (II Sam. 4:10; 18:20; 18:22; 18:25-278 e II Reis 7:9.9 No Novo Testamento o termo aparece apropriadamente as circunstâncias das boas novas Messiânica (Marcos 1:1; 1:14),10 provavelmente derivando este novo significado do uso Euangelion em Isa. 40:9; 52:7; 60:6 e 61:1.11
No Novo Testamento, o "evangelho" significava a proclamação do poder da salvação de Deus através de Jesus de Nazareth, ou da mensagem do Ágape proclamada por Jesus de Nazareth. Este é o uso no Novo Testamento original (por exemplo: Marcos 1:14-1510 ou I Coríntios 15:1-9;4 veja também "G2098 de Strong").12 A palavra ainda é usada neste sentido.

A história da música gospel ou evangélica

Ainda que o termo, "Música Gospel", possa abranger um campo da Música muito vasto, seus estilos, embora com nomes variados, possuem todos uma mesma essência e raiz — a música cristã negra nos Estados Unidos da América. Talvez um dos velhos estilos da música negra que realmente se aproximou do Gospel, foi o Negro Spirituals (em português, as canções harmoniosas dos "Espirituais dos Negros").
O foco desta breve história é a música que fluiu da igreja Afro-americana e inspirou uma cornucópia de corais modernos, artistas do mercado Rhythm & Blues, e o atual Gospel contemporâneo (Música Cristã Contemporânea), além de outros estilos musicais do gênero.
Alimentado pela gigantesca indústria multi-bilionária de gravação musical nos Estados Unidos, o "pequeno infante" da música Gospel pulou do seu berço humilde e cristão e atravessou as muralhas da igreja para um mercado bem diferente do mundo atual. E, o Gospel continua a crescer. De acordo com a revista Norte-americana, Gospel Today, dentre 2003 e 2008, sete gravadoras criaram divisões especiais somente para lidar com artistas Gospel; as estatísticas da mesma publicação indicaram que os selos independentes cresceram 50%, e o rendimento das vendas só de música Gospel chegou a triplicar nas últimas décadas, de US$180 milhões de dólares em 1980 a US$500 milhões em 1990.13

Origens

Thomas A. Dorsey (1899-1993), compositor de sucesso tipo There Will Be Peace in the Valley, é considerado por muitos, O Pai da Música Gospel. No início de sua carreira ele era um importante pianista de Blues, conhecido aliás por Georgia Tom. Ele começou a escrever Gospel depois que ouviu Charles A. Tindley (1851-1933) numa convenção de músicos na Filadélfia, e depois, abandonando as letras mais agressivas de outras canções, não abandonou, contudo, o ritmo de Jazz tão parecido com o de Tindley. A Igreja inicialmente não gostou do estilo de Dorsey e não achou apropriado para o santuário, na época. Em 1994, após o seu falecimento, a revista Norte-americana, Score, publicou um artigo com o título: The Father of Gospel Music (em português, "O Pai da Música Gospel"); neste artigo a revista declara que quando Dorsey percebeu, no início de sua carreira com o Gospel, que muita gente estava brigando contra a música Gospel, ele estava "determinado para carregar a bandeira" a favor do Gospel, bem entendido. Assim ele fez. Ele investiu em 500 cópias da canção dele, If you See My Saviour (em português, "Se Você Ver o meu Salvador") e enviou para diversas igrejas do país. Levou quase três anos para ele conseguir mais pedidos da música e ele quase retornou a tocar o Blues. Mas Dorsey não desistiu e com ajudas de outros bons músicos ele foi em frente. Trabalhou com as cantoras, Sallie Martin (1896-1988) e Willie Mae Ford Smith (1904-1994), escreveu centenas de músicas Gospel e testemunhou a sua música subir no púlpito das igrejas—aonde, uma vez, recusaram ela de subir! Dorsey fundou a Convenção Nacional de Corais Gospel nos Estados Unidos, em 1932, uma organização que ainda existe até hoje na origem da música gospel.13

O desenvolvimento do Gospel

Muitos outros novos nomes apareceram. talvez fossem "prisioneiros de uma velha corrente, mas agora estavam salvos" prontos para alimentar a nova corrente do Gospel, como Mahalia Jackson, Clara Ward e James Cleveland.
Mahalia Jackson (1911-1972) foi convidada para cantar no televisionado Ed Sullivan Show, minutos antes do eternizado discurso pró-liberdade negra de Martin Luther King, que ele disse as palavras certas na hora certa: I have a dream (em Português, "Eu tenho um sonho"). Mahalia acabou sendo a convidada para cantar durante a cerimônia do funeral do Rev. King; talvez, como num toque de mágica, ela escolheu uma canção de Dorsey: Take My Hand, Precious Lord (em Português, "Segure a minha mão, Amado Pai").
Clara Ward (1924-1973) junto ao The Ward Singers, foi uma artista com presença e substância. Sua canção Surely God is Able foi comentada como o primeiro disco de platina após a Segunda Guerra Mundial. Mas esta informação não pode ser confirmada pois a RIAA mantém que Edwin Hawkins Singers foi o primeiro vencedor do disco de ouro com um Gospel, em 1968, com o famoso sucesso, Oh, Happy Day, desde que a RIAA começou a manter as estatísticas nas vendas dos discos, mas Ward influenciou muitos artistas com seu estilo, incluindo nomes como Little Richard e Aretha Franklin, que mantém que Ward era seu ídolo.13
James Cleveland (1932-1991): se Dorsey foi aclamado, por muitos da indústrias e seus seguidores, como o pai da música Gospel, o cantor Cleveland foi coroado, pelos seus admiradores, "The King of Gospel" (em Português, "O Rei do Gospel"). Ele recebeu nada menos do que quatro GRAMMYs, incluindo um póstumos pelo seu álbum Having Church. Assim como Clara Ward, James Cleveland tinha muita presença com sua audiência. Ele não teve uma reputação de ter uma boa voz, mas ele conseguia agradar a todos que o ouvia. O seu grande feito foi fundar sua organização, em 1967, Gospel Music Workshop of America, considerada a maior convenção de Gospel do mundo, hoje, com mais de 185 escritórios de representações distribuídos pelos Estados Unidos.14

O gospel no mercado comercial moderno

O Gospel Moderno em sua forma original era geralmente interpretado por um solista, acompanhado de um coro e um pequeno conjunto instrumental.15 Grandes intérpretes da música norte-americana começaram assim, como cantores de Gospel nas igrejas. É o caso de Mahalia Jackson, Bessie Smith e Aretha Franklin, além de Ray Charles e Solomon Burke. O Gospel foi também se influenciando, assumindo formas às vezes surpreendentes em se tratando de música religiosa. É o caso dos quartetos Gospel, surgidos após a Segunda Guerra Mundial, com suas músicas gritadas, com danças e roupas extravagantes. Deste estilo foram influenciados grupos e cantores rock dos anos 1950, desde "Bill Haley e seus Cometas", passando por Jerry Lee Lewis, até Elvis Presley nos anos da década de 1960.
Desde as décadas de 80 e 90 tiveram grande importância os corais e solistas, com destaque para Kirk Franklin e Fred Hammond.

Elvis Presley e o gospel

Sem dúvida Elvis Presley foi um dos maiores divulgadores desse gênero musical durante todo o século 20. Elvis adorava esse tipo de música, inclusive, tanto quanto rock, blues, R&B, country e música erudita.
Desde a década de 1950 ele já incorporava em seus álbuns e canções algumas influências desse gênero tipicamente americano. Como exemplo podemos citar, o acompanhamento vocal do grupo gospel "The Jordanaires", logo depois, no final da década de 1960 até o começo da década de 1970, vieram os "The Imperials" e durante a mesma década os "The Stamps", com a participação de J. D. Sumner e até mesmo um grupo vocal feminino de nome "Sweet Inspirations" e de outra cantora chamada "Kathy Westmoreland".
Elvis lançou quatro álbuns gospel: Peace In The Valley em 1957, His Hand in Mine em 1960, How Great Thou Art em 1967, considerado um dos "divisores de águas" em sua carreira16 e He Touched Me em 1972. Para se ter a real noção do que Elvis representou para o gospel americano, ele ganhou três GRAMMYs por suas interpretações gospel, em 1967, 1972 e 1974. Já em 2001 ele entrou para o "Hall da fama" do gospel, deixando para sempre marcado o seu nome nesse gênero musical americano tão importante e influente.
Entre os seus sucessos gospel estão, "Peace in the Valley", "Crying in the Chapel", sucesso mundial em 1965, "How Great Thou Art" entre outras. Muitos o consideram um dos maiores intérpretes desse gênero tipicamente sulista nos Estados Unidos.

Artistas e grupos

Pesquisas e Trabalhos Científicos

Selos e Gravadoras

Leitura recomendada

  • BAGGIO, Sandro. A Revolução na Música Gospel: Um avivamento musical em nossos dias. São Paulo: Êxodos, 1997.
  • BAGGIO, Sandro. Música Cristã Contemporânea. São Paulo: Editora Vida, 2005.
  • BASDEN, Paul. Estilos de louvor. Traduzido por Emirson Justino. São Paulo: Mundo Cristão, 2000.
  • BRAGA, Henriquetta R. F. Música Sacra Evangélica no Brasil: Contribuição a sua história. Rio de Janeiro, Livraria Editora Cosmo, 1961.
  • BRAGA, Henriquetta R. F.. Salmos e Hinos: sua origem e desenvolvimento. Rio de Janeiro: Igreja Evangélica Fluminense, 1983.
  • CORNWALL, Judson. Adoração como Jesus ensinou. Minas Gerais: Betânia, 1995.190 p.
  • CUNHA, Magali. A explosão gospel: um olhar das ciências humanas sobre o cenário evangélico no Brasil. Rio de Janeiro. Mauad X. Instituto Mysterium. 2007. Consulta Google Books. Online. Visitado 4 de outubro de 2009.ISBN 978-85-7478-228-7
  • DOUGLASS, Klaus. Celebrando o amor de Deus: despertar para um novo culto. Curitiba: Ed. Evangélica Esperança, 2000. 288p.
  • FAUSTINI, João Wilson. Música e adoração: noções históricas e práticas sobre música e sua função no culto de adoração, orientações de técnica vocal, de canto e de regência e de outros assuntos relacionados. São Paulo: Soemus, 1996.
  • FREDDI Jr., Sérgio. Música Cristã Contemporânea: renovação ou sobrevivência?. São Paulo: Editorial Press, 2002.
  • FREDERICO, Denise C. S.. Cantos para o Culto Cristão. São Leopoldo: Sinodal; IEPG/EST, 2003 (Série Teses e Dissertações, 16), 414 p.
  • HUSTAD, Donald P. Jubilate! A música na igreja. traduzido por Adiel Almeida de Oliveira. São Paulo: Sociedade Religiosa Edições Vida Nova, 1986.
  • MARTIN, Ralph. Adoração na igreja primitiva. São Paulo: Vida Nova, 1982. p. 30-31.
  • MONTEIRO, Simei de Barros. O Cântico da Vida: análise de conceitos fundamentais expressos nos cânticos das igrejas evangélicas no Brasil. São Paulo: ASTE, 1991.

Referências

  1. O Significado. Gospel. Página visitada em 16 de março de 2012.
  2. Peter Stuhlmacher, ed., Das Evangelium und die Evangelien, Tübingen 1983. Disponível em Inglês: Peter Stuhlmacher, The Gospel and the Gospels, Eerdmans Pub Co, 1991, ISBN 9780802836885.
  3. Harris, Stephen L., "Understanding the Bible", McGraw-Hill College, edição Ilustrada, 2002, ISBN 9780767429160.
  4. O Livro de Primeiro Coríntios, Bíblia – Nova Versão Internacional (NVI) – (Online, arquivo em PDF, em português).
  5. 1 Apology, LXVI de Justino Martyr ((em inglês)).
  6. Swete, Henry Barclay, Introdução ao Velho Testamento, página 456, Online ((em inglês))..
  7. Swete, Henry Barclay, Introdução ao Velho Testamento, página 457, Online ((em inglês))..
  8. O Livro de Segundo Samuel, Bíblia – Nova Versão Internacional (NVI) – (Online, arquivo em PDF, em português)..
  9. O Livro de Segundo Reis, Bíblia – Nova Versão Internacional (NVI) – (Online, arquivo em PDF, em português)..
  10. O Livro de Marcos, Bíblia – Nova Versão Internacional (NVI) – (Online, arquivo em PDF, em português)..
  11. O Livro de Isaías, Bíblia – Nova Versão Internacional (NVI) – (Online, arquivo em PDF, em português)..
  12. Blue Letter Bible. "Dicionário e Palavras, buscando: euaggelion (Strong em 2098)". Blue Letter Bible. 1996-2008. 2 May 2008 (página em Inglês e Grego).
  13. Petrie, Phil, The History of Gospel Music, Online, em Inglês. Visitado 1 de maio de 2008..
  14. A maior Organização do Gospel, a de James Cleveland (Online) (em inglês)..
  15. O gospel no mercado comercial, Online. Visitado 25 de setembro de 2009..
  16. http://archives.cnn.com/2002/SHOWBIZ/Music/08/14/ep.elvis.gospel/ Gospel music and Elvis: Inspiration and consolation

Ver também

Ligações externas

  • Associação de Músicos Cristãos (AMC) - órgão criado em 1997 que representa Músicos Cristãos (Adoradores, Levitas, Ministros de Louvor), promove cursos de capacitação, além de uma rede de descontos para filiados na aquisição de instrumentos e na participação de eventos;

Dance music


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Dance Music
Breakbeat
Dance-punk
Disco Music
Drum and bass
debk tempo
Electronic Art Music
Electronic Body Music
Electro
Electro House
Freestyle
Hardcore
House
Industrial
Intelligent Dance Music
Techno
Trance
UK Garage
Dance music é um estilo de música que ganhou força na década de 1990, anos marcantes pela grande disseminação de estilos variados da música eletrônica, assim dando introdução à muitas pessoas que até hoje são adeptas e fãs, seria uma denominação para as músicas "pop" de todas as vertentes da e-music (música eletrônica) e não tem um estilo musical definido.
Os estilos incluem techno, house, trance, drum & bass e muitos outros, por isso existem algumas músicas difíceis de se classificar, graças às diversas possibilidades que a música eletrônica oferece aos seus produtores.

Os primórdios de um gênero musical

A dance music surgiu a partir da música eletrônica e da disco music.[carece de fontes]. A música disco ou simplesmente "discoteca" foi um gênero musical surgido na década de 1970, e foi uma derivação da Soul Music1 e do Funk2 dois estilos de música negra que prezavam pelo ritmo.
Um dos grandes expoentes da disco music foi a banda ABBA, com músicas como Mamma Mia!, Money Money Money, Gimme!Gimme!Gimme! e Dancing Queen.
Outra importante banda dos anos 70 foram os Bee Gees, banda pop que obteve bastante sucesso com a disco nas músicas como "You Should Be Dancing", "Night Fever", "Stayin' Alive" e "How Deep Is Your Love"
A primeira música considerada "dance" com batida eletrônica foi "I Feel Love" de Donna Summer (Rainha da Disco Music) e produzida por Giorgio Moroder. A música foi descrita na época pelo cantor David Bowie como "o som do futuro".
Boney M. 1976, foram um dos principais criadores do dance, com suas musicas com batidas fortes e dançantes. Suas musicas mais conhecidas são Rivers of Babylon, Daddy Cool e Ma Baker. Boney M. influenciou vários futuros gêneros musicais como o Eletro Pop, House Music e Eurodance.
Em 1979, Michael Jackson, também se rende à disco music no álbum Off the Wall, que influênciou gerações até os dias de hoje.3
George Baker compõem a canção Una Paloma Blanca, à qual é feita uma versão em português em ritmo de Música Folclórica Alemã.
Surgida no final da década de 1960, a banda de música eletrônica alemã Kraftwerk foi bastante influente na dance music, não por fazer um som dançante e sim por ser a primeira banda de música eletrônica.4

A Dance Music nos anos 90

Em 1983, a banda New Order lançou a música dance mais influente de todos os tempos, Blue Monday, que definiu a música eletrônica dançante. 5
Na década de 1990 é famosa o gênero "Dance Clássico", com expoentes como Vengaboys, Haddaway e Whigfield. Vengaboys são conhecidos pelos seus hits mais famosos "Sha la la la la", "We´re going to Ibiza", "We Like to Party", "Up and down" e "Boom Boom Boom Boom". Haddaway foi um cantor trinidadiano, conhecido pelo hit "What Is Love". Whigfield é uma cantora conhecida pelos hits "Saturday Night" e "Sexy Eyes". A cantora brasileira Corona tornou-se muito conhecida por "Rhythm Of The Night".
Jan Wayne compõem a música "Because the night". Aqua compõem "Barbie Girl", que possui uma versão em português cantada por Kelly Key. Também faz sucesso a banda A-Teens (banda cover do ABBA). Madonna compõem a música La Isla Bonita, que é regravada por Squeeze up. 2 Eivissa é conhecido pelo hit "Ho la la la". A banda de Punk-Rock Bloodhound Gang lança "Discovery Channel Song".

Ver também

Referências

  1. (2003) Out of the Revolution, ISBN 9780739105474, p.398: "Funk, disco, and Rap music are grounded in the same aesthetic concepts that define the soul music tradition."
  2. (2003) A history of rock music 1951–2000, ISBN 9780595295654, p.152: "Funk music opened the doors to the disco subculture"
  3. Kid Vinil. Almanaque do Rock. [S.l.]: Ediouro Publicações, 2008. 129 pp. 9788500021459
  4. Rodrigo Fonseca e Rodrigues. Música eletrônica: a textura da máquina. [S.l.]: Annablume, 2005. 9788574194981
  5. http://skrufff.com/2011/03/skrufff-coms-top-50-most-influential-dance-tracks-ever-the-results/
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Música sertaneja = MÚSICA CAIPIRA


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Música Sertaneja
Chitãozinho, um dos mais conhecidos nomes da música sertaneja contemporânea no Brasil.
Origens estilísticas Fado, Musica caipira, Embolada, Folk, Fandango, Toada, Country music
Contexto cultural Interior das regiões Sudeste, Centro-oeste e Sul do Brasil.
Instrumentos típicos Violão, guitarra, viola, contrabaixo, sanfona, teclado, piano, violino, bateria, flauta e percussão.
Popularidade Em todo o Brasil
Formas derivadas Moda de viola
Pagode de viola
Subgêneros
Caipira (ou Sertanejo de Raiz)
Sertanejo Romântico
Sertanejo Dançante
Sertanejo Universitário
Música sertaneja ou música caipira é um gênero musical do Brasil produzido a partir da década de 1910 por compositores rurais e urbanos, outrora chamada genericamente de modas, toadas, cateretês, emboladas, cujo som da viola é predominante.1
O folclorista Cornélio Pires conheceu a música caipira, no seu estado original, nas fazendas do interior do Estado de São Paulo e assim a descreveu em seu livro "Conversas ao pé do Fogo":
-"Sua música se caracteriza por suas letras românticas, por um canto triste que comove e lembra a tipicas historias do sertão', mas sua dança é alegre".
Cornélio Pires em seu livro "Sambas e Cateretês", recolheu letras de música cantadas nas fazendas do interior do estado de São Paulo no início do século XX, antes de existir a música caipira comercial e gravada em discos. Sem o livro "Sambas e Cateretês" estas composições teriam caído no esquecimento.
Inicialmente tal estilo de música foi propagado por uma série de duplas, com a utilização de violas e dueto vocal. Esta tradição segue até os dias atuais, tendo a dupla geralmente caracterizada por cantores com voz tenor (mais aguda), nasal e uso acentuado de um falsete típico. Enquanto o estilo vocal manteve-se relativamente estável ao longo das décadas, o ritmo, a instrumentação e o contorno melódico incorporaram aos poucos elementos de gêneros disseminados pela indústria cultural.1
Destacaram-se inicialmente, entre as duplas pioneiras nas gravações em disco de vinil, Zico Dias e Ferrinho, Laureano e Soares, Mandi e Sorocaba e Mariano e Caçula. Foram as primeiras duplas a cantar principalmente as chamadas modas de viola, de temática principalmente ligada à realidade cotidiana - casos de "A Revolução Getúlio Vargas" e "A Morte de João Pessoa", composições gravadas pelo duo Zico Dias e Ferrinho, em 1930, e "A Crise" e "A Carestia", modas de viola gravadas por Mandi e Sorocabinha, em 1934. Gradualmente, as modificações melódicas e temáticas (do rural para o urbano) e a adição de novos instrumentos musicais consolidaram, na década de 1980, um novo estilo moderno da música sertaneja, chamado hoje de "sertanejo romântico" - primeiro gênero de massa produzido e consumido no Brasil, sem o caráter geralmente épico ou satírico-moralista e menos frequentemente, lírico do "sertaneja de raiz".1 2
Tais modificações dentro do gênero musical têm provocado muitas confusões e discussões no país a cerca do que seria música caipira/sertaneja. Críticos literários, críticos musicais, jornalistas, produtores de discos, cantores de duplas sertanejas, compositores e admiradores debatem sobre as quais seriam as formas artísticas de expressão do gênero, que levam em conta as mudanças ocorridas ao longo de sua história. Muitos estudiosos seguem a tendência tradicional de integrar as músicas caipira e sertaneja como subgêneros dentro um só conjunto musical, estabelecendo fases e divisões: de 1929 até 1944, como "música caipira" (ou "música sertaneja raiz"); do pós-guerra até a década de 1960, como uma fase de transição da velha música caipira rumo à constituição do atual gênero sertanejo; e do final dos anos sessenta até a atualidade, como música "sertaneja romântica".2 Outros no meio acadêmico, no entanto, consideram "música caipira" e "música sertaneja" gêneros completamente independentes, baseado na ideia de que a primeira seria a música rural autêntica e/ou do homem rural autêntico, enquanto a segunda seria aquela feita, como "produto de consumo", nos grandes centros urbanos brasileiros por não-caipiras.3 4 Outros autores estendem o conceito de música caipira/sertaneja ao baião, ao xaxado e outros ritmos do interior do Norte e Nordeste.1
Se for adotado o critério de que música caipira e sertaneja são sinônimos, pode-se dividir este gênero musical em alguns subgêneros principais: "Caipira" (ou "Sertanejo de Raiz"), "Sertanejo Romântico" e "Sertanejo Universitário".

História

Antecedentes

"Sertanejo" são os locais afastados, longe das cidades, ainda que seja mais presente sua relação com o nordeste, do interior, que encontrou vegetação e clima hostis, além da dominação política dos "coronéis", obrigando a desenvolver uma cultura de resistência, do matuto, legitimamente sertanejo, conhecedor da caatinga. Difere-se da cultura caipira, especificamente originária na área que abrange os estados de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins. Ali se desenvolveu uma cultura do colono que encontrou abundância de águas, terra produtiva e um clima mais ameno, típico do cerrado. É conhecida como "caipira" ou "sertaneja" a execução composta e executada das zonas rurais, do campo, a antiga Moda de viola. Os caipiras, duplas ou solo, utilizavam instrumentos típicos do Brasil, como viola caipira.

Primeira era

Foi em 1929 que surgiu a música sertaneja como se conhece hoje. Ela nasceu a partir de gravações feitas pelo jornalista e escritor Cornélio Pires de "causos" e fragmentos de cantos tradicionais rurais do interior paulista, sul e triângulo mineiros, sudeste goiano e matogrossense.1 Na época destas gravações pioneiras, o gênero era conhecido como música caipira, cujas letras evocavam o modo de vida do homem do interior (muitas vezes em oposição à vida do homem da cidade), assim como a beleza bucólica e romântica da paisagem interiorana (atualmente, este tipo de composição é classificada como "música sertaneja de raiz", com as letras enfatizadas no cotidiano e na maneira de cantar).nota 1
Além de Cornélio Pires e sua "Turma Caipira", destacaram-se nessa tendência, mesmo que gravando em época posterior, as duplas Alvarenga e Ranchinho, Torres e Florêncio, Tonico e Tinoco, Vieira e Vieirinha, entre outros, e canções populares como "Sergio Forero", de Cornélio Pires, "O Bonde Camarão" de Cornélio Pires e Mariano, "Sertão do Laranjinha", de Ariovaldo Pires e "Cabocla Tereza", de Ariovaldo Pires e João Pacífico.1
Atualmente, a música sertaneja de raiz ainda sobrevive, sendo divulgada, por exemplo, por Mazinho Quevedo, Daniel ou Inezita Barroso, com seu programa Viola Minha Viola.

Segunda era

Uma nova fase na história da música sertaneja teve início após a Segunda Guerra Mundial, com a incorporação de novos estilos (de duetos com intervalos variados e o estilo mariachi), gêneros (inicialmente a guarânia e a polca paraguaia e, mais tarde, o corrido e a ranchera mexicanos) e instrumentos (como o acordeom e a harpa).1 A temática vai tornando-se gradualmente mais amorosa, conservando, todavia, um caráter autobiográfico.nota 2
Alguns destaques desta época foram os duos Cascatinha e Inhana, Irmãs Galvão, Irmãs Castro, Sulino e Marrueiro, Palmeira e Biá, o trio Luzinho, Limeira e Zezinha (lançadores da música campeira) e o cantor José Fortuna (adaptador da guarânia~no Brasil). Ao florzinha da década de 1970, a dupla Milionário e José Rico sistematizou o uso de elementos da tradição mexicana mariachi com floreios de violino e trompete para preencher espaços entre frases e golpes de glote que produzem uma qualidade soluçante na voz.1 Outros nomes, como a dupla Pena Branca e Xavantinho, seguiam a antiga tradição caipira, enquanto o cantor Tião Carreiro inovava ao fundir o gênero com samba, coco e calango de roda.

Terceira era

A introdução da guitarra elétrica e o chamado "ritmo jovem", pela dupla Léo Canhoto e Robertinho, no final da década de 1960, marcam o início da fase moderna da música sertaneja. Um dos integrantes do movimento musical Jovem Guarda, o cantor Sérgio Reis passou a gravar na década de 1970 repertório tradicional sertanejo, de forma a contribuir para a penetração mais ampla ao gênero. Renato Teixeira foi outro artista a se destacar àquela altura. Naquele período, os locais de performance da música sertaneja eram originalmente o circo, alguns rodeios e principalmente as rádios AM. Já a partir da década de 1980, essa penetração estendeu-se às rádios FM e também à televisão - seja em programas semanais matutinos de domingo ou em trilhas sonoras de novela ou programas especiais.nota 3
Durante os anos oitenta, houve uma exploração comercial massificada do sertanejo, somado, em certos casos, à uma releitura de sucessos internacionais e mesmo da Jovem Guarda. Dessa nova tendência romântica da música sertaneja surgiram inúmeros artistas, quase sempre em duplas, entre os quais, Trio Parada Dura, Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Chrystian & Ralf, João Paulo & Daniel, Chico Rey & Paraná, João Mineiro e Marciano, Gian e Giovani, Rick & Renner, Gilberto e Gilmar, além das cantoras Nalva Aguiar e Roberta Miranda. Alguns dos sucessos desta fase estão "Fio de Cabelo", de Marciano e Darci Rossi, "Apartamento 37", de Leo Canhoto, "Pense em Mim", de Douglas Maio, "Entre Tapas e Beijos", de Nilton Lamas e Antonio Bueno e "Evidências", de José Augusto e Paulo Sérgio Valle.
Houve uma crescente influência da música country norte-americana e da estética cowboy, observada nas suas vestimentas características e também no maior interesse pelas festas de rodeio e feiras agropecuárias, palcos para os novos cantores.5
Contra esta tendência mais comercial da música sertaneja, reapareciam nomes como da dupla Pena Branca e Xavantinho, adequando sucessos da MPB à linguagem das violas, e surgiam novos artistas como Almir Sater, violeiro sofisticado, que passeava entre as modas de viola e os blues. Na década seguinte, uma nova geração de artistas surgiu dentro do sertanejo disposta a se reaproximar das tradições caipiras, como Roberto Corrêa, Ivan Vilela, Pereira da Viola e Chico Lobo e Miltinho Edilberto. Atenta, a indústria fonográfica lançou na década de 2000 um movimento similar, chamado por alguns de sertanejo universitário, com nomes como Guilherme & Santiago, Marcos e Léo, João Bosco & Vinícius, César Menotti & Fabiano, Jorge & Mateus, Victor & Leo Fernando & Sorocaba,Gusttavo Lima, Luan Santana , Marcos & Belutti, João Neto & Frederico. Como esse movimento não para e ganha cada vez mais adeptos, o mercado que antes tinha como foco de surgimento de duplas e artistas sertanejos no estado de Goiás, hoje tem eleito novos ídolos do estado de Mato Grosso do Sul como a revelação escolar Luan Santana e a dupla Maria Cecília & Rodolfo. Porém, Goiás não deixou de revelar nomes no cenário nacional, surgiram os já citados Jorge & Mateus e João Neto e Frederico sem falar de artistas vinculados ao sertanejo mais massificado da década anterior, como Guilherme & Santiago, Bruno & Marrone, Edson & Hudson, e outros.

Quarta era

O Sertanejo Universitário, mudou muito a forma do sertanejo convencional, já que alguns instrumentos como a sanfona, se tornaram mais eletrônicos, assim, tornando a música com um ritmo um pouco mais acelerado. Sua composição tem como temas de festas, mulheres, por vezes cômica, e chama-se universitário pelo fato de que seus maiores apreciantes são adolescentes. Alguns pesquisadores, críticos e duplas sertanejas apontam que o rotulo "sertanejo universitário", tal como inicialmente usado no início do século XXI, não seria mais que um rótulo comercial, visto que não apresenta grandes diferenças musicais com seus antecessores. Mesmo as músicas entoadas pelas chamadas duplas sertanejas universitárias eram, em sua maioria, regravações e interpretações de canções que anteriormente culminaram em sucesso nas vozes de duplas das décadas de 70, 80 e 90. O fenômeno se deu, de fato, não pela imposição de um novo estilo musical, mas sim, pela conquista de um novo público, uma nova geração, que até certo ponto tinha um "pré-conceito" sobre o gosto musical do estilo "sertanejo". Na segunda década do século XXI o estilo sertanejo recebe tendências de vários estilos mais comerciais, como axé, pagode e até funk, além de estilos com raízes mais populares, como o "arrocha". Tais misturas vêm sendo criticadas, principalmente pelas duplas mais antigas, por descaracterizar a música sertaneja em praticamente todas suas instâncias: letra, melodia, toada e qualidade vocal. Discussões a parte, o gênero "misto", seja qual for a classificação formal, se popularizou no Brasil, e vem cada vez mais conquistando adeptos com o rótulo comercial "sertanejo universitário"

Dança sertaneja

É comum encontrar em diversos bares e boates pelo país a dança acompanhada dos ritmos da musica sertaneja. Os estilos se dividem e se denominam conforme a região.
Observa-se que o estilo de dança caipira sertanejo universitário tem se propagado em regiões da grande São Paulo, como nas cidades de Taboão da Serra, Embu, Cotia e ABC. Além da dança ser fenômeno em discotecas e bailes elitizados na região, observa-se um grande número de escolas de dança e academias de ginástica que ensinam este tipo de dança nestas cidades. Também é possível encontrar concursos e campeonatos deste estilo.6
O vanerão tem se propagado na região sul do país, sob forte influencia das culturas locais. Paralelamente é encontrado junto com outros estilos de dança em bares e bailes do gênero, assim como o country.
Na região Centro-Oeste é comum os chamados "bailões", que apresentam as músicas sertanejas de toada mais animada, predominantemente das três últimas décadas do século XX. O estilo de dança é simples, sempre em par, comumente com passos de baião e xote. O chamado "dois pra lá, dois pra cá" é o passo predominante, o que levou o estilo a se popularizar nos bailões pelo fácil acompanhamento.

Bibliografia

  • NEPOMUCENO, Rosa. Música Caipira: da roça ao rodeio. Editora 34. 1999. "Goiás - o berço da música sertaneja".

Notas

  1. Nesta período, segundo a professora e pesquisadora Marta de Ulhôa Carvalho, "os cantadores interpretavam modas de viola e toadas, canções estróficas que após uma introdução da viola (repique) falavam do universo sertanejo numa linguagem essencialmente épica, muitas vezes satírico-moralista e menos frequentemente amorosa. Os duetos em vozes paralelas eram acompanhadas pela viola caipira, instrumento de cordas duplas e vários sistemas de afinação (como cebolinha, cebolão, rio abaixo) e mais tarde também pelo violão." - CARVALHO, Marta de Ulhôa. Musica sertaneja em Uberlândia. Uberlândia: UFU, 1993
  2. Segundo Marta Ulhôa, "A polca paraguaia e a guarânia caracterizam-se pela flutuação rítmica de compassos binário composto e ternário simples, em justaposição ou alternância. A canção ranchera é uma espécie de valseado, e o corrido usa a levada da polca europeia, isto é, um binário simples em andamento rápido, enfatizando os inícios de tempo do compasso e usando notas bastante rápidas na melodia." - CARVALHO, Marta de Ulhôa. Musica sertaneja em Uberlândia. Uberlândia: UFU, 1993
  3. Para Marta Ulhôa, nesta fase da música sertaneja: "os cantores alternam solos e duetos para apresentar canções, muitas vezes em ritmo de balada, que tratam principalmente de amor romântico, de clara inspiração urbana. Algumas canções classificadas como sertanejas nas paradas de sucesso são às vezes interpretadas totalmente por solistas, dispensando o recurso tradicional da dupla. Os arranjos instrumentais dessas músicas adicionam instrumentos de orquestra além da base de rock, já incorporada ao gênero. A unidade estilística da música sertaneja é conseguida pelo uso consistente do estilo vocal tenso e nasal e pela referência temática ao cotidiano, seja rural e épico na música sertaneja raiz, seja urbano e individualista na música sertaneja romântica." - CARVALHO, Marta de Ulhôa. Musica sertaneja em Uberlândia. Uberlândia: UFU, 1993

Referências

  1. Música Sertaneja - Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira
  2. Música Sertaneja em Uberlândia na Década de 1990 (Relato) - Por Marta Tupinamba de Ulhôa
  3. MARTINS, José de Souza. “Música sertaneja: a dissimulação na linguagem dos humilhados” in Capitalismo e tradicionalismo: estudos sobre as contradições da sociedade agrária no Brasil. São Paulo, Pioneira, 1975.
  4. CALDAS, Waldenyr. Acorde na aurora: música sertaneja e indústria cultural. 2ª ed. São Paulo, Ed. Nacional, 1979.
  5. http://www.snh2011.anpuh.org/resources/anais/14/1300892880_ARQUIVO_textoanpuh.pdf
  6. http://blogs.estadao.com.br/musica-sertaneja/shopping-faz-concurso-de-danca-sertaneja/
A música caipira é aquela cantada na cultura regional, não aplicando a linguagem culta. A música sertaneja é aquela que fala do sertão, (vida na roça) e a música romântica lírica. As músicas atuais chamadas sertanejas usam o termo sertaneja indevidamente porque são músicas derivadas. (Souto Menor).

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